terça-feira, 13 de setembro de 2011


domingo, 11 de setembro de 2011

Biblioteca Comunitária Sítio Vanessa - Morretes

 Correio do Litoral - Dom, 11 de Setembro de 2011 09:15

"Sou aluna de Gestão de Eventos, da Faculdade Opet de Curitiba, e gostaria de convidá-los a conhecer o blog do projeto comunitário que estou desenvolvendo com o meu esposo Juliano Rocha (fotógrafo e artista plástico) de forma voluntária, numa comunidade rural de Morretes, a Biblioteca Comunitária Sítio Vanessa.

A biblioteca foi criada de forma voluntária por mim e por meu esposo, em parceria da comunidade rural do bairro Cabrestante em Morretes, no final da Estrada do Anhaia (15km distante do centro de Morretes), na tentativa de levar livros e incentivar a leitura às pessoas que não têm acesso facilitado a uma biblioteca pública perto de casa. Com a ajuda de Edemilson Pereira, ambientalista e proprietário do sítio, aos poucos estamos reunindo livros para o acervo da biblioteca.

Nessa região não há bibliotecas próximas disponíveis aos moradores, nem bancas de jornal, nenhum equipamento cultural que eles possam usar, e dos três colégios municipais e estaduais ao longo da estrada, apenas um funciona.

Quando conhecemos os moradores da região, eles mostraram que tinham muito interesse em diversos assuntos pelos quais também nos interessamos, então resolvemos montar a biblioteca, inicialmente bem tímida com apenas 30 livros da nossa própria estante, o projeto foi crescendo (começamos em junho), através de doações de amigos e colegas, e contatos pelo Facebook, agora estamos perto de 150 livros.

Em Morretes, atualmente só há uma biblioteca privada funcionando que faz empréstimos, mas mesmo assim fica longe das casas dos moradores da Região do Anhaia, visto que é um local acessível apenas por estradinhas de terra. E quando chove, só de moto ou carros 4x4 para vencer esse caminho.

Fiz um blog contando a história do início do projeto e de como estamos direcionando ele para que vire num futuro próximo, uma biblioteca que possa incentivar a leitura, num local de natureza exuberante, mas tão carente de recursos e incentivo por parte dos nossos governantes. O mais gratificante é receber a notícia de que os livros já estão circulando pelas mãos dos novos leitores, inclusive já até recebemos "encomendas" de alguns títulos.

Fiquem à vontade para acessar os links, esse em especial do blog que estou lhe enviando, conta como tudo começou:"

http://bibliotecadositio.blogspot.com

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

43,9% dos alunos do 3º ano não compreendem o que leem

UOL - 26/08/2011


Num grupo de cem alunos do 3º ano do ensino fundamental, 43 deles -- praticamente 44 -- não são capazes de entender um texto que estejam lendo. Nessa etapa de ensino, os estudantes deveriam ser capazes de identificar os temas de uma narrativa, localizar informações explícitas, identificar características de personagens em textos como lendas, contos, fábulas e histórias em quadrinhos e perceber relações de causa e efeito nesses textos.

Os resultados da Prova ABC (Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização), que avalia a qualidade da alfabetização das crianças que concluíram o 3º ano (2ª série), demonstram que apenas 56,1% dos alunos aprenderam o que era esperado em leitura para este nível do ensino, e 42,8% em matemática, com grande variação entre as regiões do país e as redes de ensino (pública e privada).

A Prova ABC foi promovida por uma parceria entre o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), a Fundação Cesgranrio, o Instituto Paulo Montenegro/Ibope e o movimento Todos Pela Educação. Os dados foram divulgados na manhã desta quinta-feira (25).

Escola pública vai mal
Se forem comparados os dados da escola pública e privada, a primeira tem um desempenho muito inferior. Na rede dos governos municipal e estadual, apenas 48,6% dos alunos alcançam os níveis considerados esperados para o 3º ano do fundamental. Ou seja, mais da metade (51,4 %) dos estudantes não sabe tirar o tema de um texto que leia.

O Nordeste é a região com o pior desempenho  -- 63,5% dos alunos da rede pública têm conhecimento abaixo do esperado. A região Norte também puxa a média nacional para baixom, com 60,% de desempenho inferior ao esperado.

Nas instituições particulares, o percentual nacional de alunos que não aprenderam o "básico" é de 21%. Mas as diferenças regionais também aparecem na rede privada com Norte (30,6%) e Nordeste (38,9%) apresentando os piores desempenhos.

Escala Saeb
O desempenho médio dos alunos que fizeram a prova de leitura foi de 185,8 pontos na escala que vai de 100 a 375. O nível considerado adequado é 175. A escala utilizada foi do Saeb (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica).

Ficam acima da média nacional as regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste com, respectivamente, 197,9; 193,6 e 196,5 pontos; e, abaixo da média nacional, as regiões Norte e Nordeste com, respectivamente, 172,8 e 167,4 pontos.

Os resultados também variam em relação à rede, pública ou privada. Enquanto os alunos da rede privada atingiram, na média nacional, 216,7 pontos em leitura, os da rede pública ficaram em 175,8 pontos.

http://www.blogdogaleno.com.br/texto_ler.php?id=10457&secao=32

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Aulas e atividades de estágio supervisionado


ATENÇÃO ALUNOS DE LINGUAGEM E COMUNICAÇÃO TURMAS 2009 E 2010

COMUNICADO

Comunicamos que as aulas e atividades de estágio supervisionado serão retomadas a partir de 29/08 (turma 2009) e 30/08 (turma 2010), conforme horário já divulgado no início do semestre.
Cabe informar que as atividades serão retomadas porque submetemos à Comissão de Ética da greve uma solicitação para que o estágio continue, dado seu caráter essencial, ao compromisso já firmado com as escolas públicas do litoral, bem como à impossibilidade de reposição desse tipo de atividade fora do período letivo. E o pedido foi deferido! Já está, inclusive, publicado no mural da APUFPR.
Sendo assim, retomaremos nossas aulas sem ferir o movimento de greve que entendeu, assim como nós (Profa. Elisiani e Prof. Jamil), que o estágio supervisionado é atividade essencial e, como tal, não pode parar.
Segue, em anexo, o requerimento que enviamos à Comissão de Ética, para que vocês tomem conhecimento de nossa argumentação. Tentamos fazer o máximo para garantir o bom encaminhamento do que consideramos fundamental às/aos nossas/os estudantes e à comunidade do Litoral, porém, sem ferir a legitimidade do movimento de greve da UFPR.

Matinhos, 25 de agosto de 2011.

Profa. Elisiani Tiepolo
Prof. Jamil Cabral Sierra

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Comunicado da Coordenação do Curso de Linguagem e Comunicação a respeito da greve


Matinhos, 22 de agosto de 2011.

Coordenação do Curso de Linguagem e Comunicação


COMUNICADO

Informamos que a greve dos docentes iniciou na última sexta-feira, às 16h. Portanto, os professores da UFPR estão oficialmente em greve, cabendo a cada um a decisão de aderir ou não ao movimento. Oficialmente, então, os professores do Curso de Linguagem e Comunicação estão com suas atividades docentes suspensas (o que inclui aulas, supervisão de estágios, atividades de extensão e pesquisa), aguardando as diretrizes do comando de greve sobre as próximas ações.
No nosso setor, porém, "avaliou-se e deliberou-se pela necessidade de um debate mais amplo com relação à greve docente no setor litoral. Em função disso, convidamos a tod@s que compareçam na tenda na segunda-feira, 22 de agosto às 14:00." Esse foi o e-mail enviado pela prof. Ângela Katuta, depois do último conselho do setor, convidando os professores para uma reunião na segunda-feira. Os estudantes interessados em conhecer mais o posicionamento dos professores do setor e/ou o movimento da greve, podem comparecer a essa ou a futuras reuniões, mas nada é obrigatório, nem para estudantes, nem para professores. O posicionamento de cada um em uma situação de greve faz parte da liberdade que fundamenta uma situação  como essa.
Portanto, o Curso de Linguagem e Comunicação não terá aulas enquanto a greve permanecer. Caso algum professor não entre em greve, o mesmo entrará em contato diretamente com a turma pela qual é responsável e combinará com os estudantes as atividades a serem feitas. Aconselhamos aos estudantes esperar o posicionamento dos professores que estão responsáveis por sua turma, se houver. Lembramos, porém, que a situação é de greve e, portanto, só entrará em contato com os estudantes aquele professor que escolheu não aderir ao movimento. Todos os outros, que não entrarem em contato, estão no seu direito de não ministrarem aulas durante o período de paralisação!
Lembramos, ainda, que amanhã, dia 23/08/11, haverá uma outra assembleia, em Curitiba, para deliberar sobre a última proposta do governo feita em 19/08/2011. Caso haja alguma mudança após essa assembleia, entraremos em contato novamente.
Grato e esperamos contar com a compreensão e apoio dos estudantes de LinCom nesse momento.

Coordenação do Curso de Linguagem e Comunicação.
Setor Litoral – UFPR.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Universitários do País leem de 1 a 4 livros por ano

O Estado de S.Paulo - 13/08/2011

Na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), 23,24% dos estudantes não leem um livro sequer durante o ano. De uma forma geral, a maioria dos universitários brasileiros não vai muito além disso: lê, em média, de uma a quatro obras por ano. É o que revela levantamento exclusivo feito pelo Estado a partir de dados divulgados pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

Numa realidade diametralmente oposta, os estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) são ávidos por leitura: 22,98% deles leem geralmente mais de dez livros por ano. No Maranhão, um dos Estados mais pobres do País, esse índice é de apenas 5,57%.

No início do mês, a Andifes divulgou pesquisa feita com 19.691 estudantes de graduação de universidades federais de todo o País, apresentando números consolidados do panorama nacional. A partir do cruzamento de dados, foi possível mapear e distinguir os cenários regionais no tocante a hábitos de leitura, frequência a bibliotecas, domínio de língua inglesa e uso de tabaco, álcool, remédios e drogas não lícitas.

A UFMA, que lidera o ranking dos universitários que não leem nada, ficou em quarto lugar entre os menos assíduos à biblioteca da universidade - 28,5% dos graduandos não a frequentam. O primeiro lugar nesse quesito ficou com a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio): metade de seus alunos esnoba o espaço.

V SELLF - 19 a 23 de setembro

O Departamento de Letras da FAFIPAR, no período de 19 a 23 de setembro de 2011, promoverá o V SELLF - Seminário de Estudos Linguísticos e Literários. O evento, que já se consolidou como um espaço de congregação das interlocuções voltadas para os estudos linguísticos e literários da região leste paranaense, busca nesta quinta edição ampliar suas discussões e unir pesquisadores e profissionais da área de Letras das mais diversas regiões e Instituições, em um espaço de reflexões e divulgação de pesquisas.

Mesas redondas:
22/9 – Noite (das 19h às 22h30):
Foucault e interlocuções (im)pertinentes aos estudos do discurso e da educação.
Profa. Ma. Juslaine Abreu Nogueira e Prof. Me. Jamil Cabral Sierra – FAFIPAR /
UFPR - Litoral

22/9 – Noite (das 19h às 22h30):
Aspectos da literatura brasileira contemporânea: a crônica, o conto e o romance.
Prof. Dr. Luiz Carlos Santos SIMON (UEL), Prof. Dr. Moacir DALLA PALMA
(FAFIPAR) e Profa. Dra. Naira de Almeida NASCIMENTO (UTFPR)

22/9 – Noite (das 19h às 22h30):
Os conflitos do sujeito pós-moderno: aquisição de línguas, ensino e formação docente.
Prof. Dr. Adilson do Rosário Toledo (FAFIPAR), Prof. Me. Federico Alves (FAFIPAR),
Profa. Ma. Alessandra da Silva Quadros Zamboni (FAFIPAR)

22/9 – Noite (das 19h às 22h30):
Literatura e filosofia: aproximações possíveis
Profª Drª Rosana Apolonia Harmuch (UEPG), Profª Drª Silvana Oliveira (UEPG),
Profª Paola Scheifer (mestranda - UEPG), Prof. Jhony Adelio Skeika (mestrando -
UEPG)

Mais informações: http://5sellf.blogspot.com/2011/04/o-departamento-de-letras-da-fafipar-no.html